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quinta-feira, 17 de dezembro de 2020

Macron é diagnosticado com covid-19

 Macron é diagnosticado com covid-19 

Presidente francês fez o teste para coronavírus após apresentar os primeiros sintomas. Líderes europeus e autoridades com quem ele teve contato nos últimos dias adotam quarentena. Merkel testa negativo, diz porta-voz. 

O presidente da França, Emmanuel Macron
Macron esteve recentemente em Bruxelas para uma cúpula entre líderes europeus

O presidente da França, Emmanuel Macron, foi diagnosticado com o novo coronavírus, informou o Palácio do Eliseu nesta quinta-feira (17/12). 

"O presidente testou positivo para covid-19", disse a presidência em nota, afirmando que ele fez o teste após apresentar os primeiros sintomas. Segundo seus assessores, ainda não se sabe como ele foi infectado com a doença. 


Macron, de 42 anos, iniciou uma quarentena de sete dias onde "continuará a realizar suas atividades remotamente". Seus assessores disseram que o presidente tem estilo de vida saudável, se exercita regularmente e não fuma. 


A equipe de Macron realizou a identificação das pessoas com quem ele manteve contato recentemente, para informá-los da situação. Todas as próximas viagens na agenda do presidente foram canceladas, incluindo uma visita marcada para o dia 22 ao Líbano, onde o francês vem liderando os esforços para resolver a grave crise política no país.

 

Recentemente, Macron esteve na cúpula dos 27 líderes europeus, ocorrida nos dias 10 e 11 de dezembro em Bruxelas. 


Uma porta-voz da chanceler federal da Alemanha, Angela Merkel, disse que a líder testou negativo para o coronavírus logo após o encontro. Autoridades alemãs dizem que ela usou máscara de proteção durante todo o tempo e observou as regras de proteção. Ela enviou a Macron seus "desejos por uma rápida recuperação". 


O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, também desejou melhoras ao francês. "Sinto em saber que meu amigo Emmanuel Macron testou positivo para o coronavírus. Todos lhe desejamos uma rápida melhora", escreveu em seu perfil no Twitter. Johnson contraiu o vírus em março e enfrentou problemas graves de saúde, inclusive sendo internado em uma UTI. 


Líderes europeus em quarentena 


Recentemente, Macron se reuniu ainda com o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, o primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, e o diretor-geral da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento econômico (OCDE), Ángel Gurria, de 70 anos. Sánchez e Michel iniciaram um período de quarentena. 


Nesta quarta-feira, o francês se encontrou com o premiê português, António Costa, que também disse estar em isolamento e aguardando o resultado de um teste para detectar a doença. 


Há dois dias, Macron presidiu uma reunião de quatro horas de duração de um Conselho de Cidadãos com dezenas de pessoas. Ele usou máscara durante todo o evento. Na quarta-feira, ele também chefiou uma reunião de gabinete. 


O primeiro-ministro francês, Jean Castex, que esteve em contato com o presidente, entrou em isolamento voluntário, apesar de testar negativo para a doença. Líderes de partidos políticos da Assembleia Nacional também adotaram o autoisolamento após saberem do diagnóstico de Macron, com quem se reuniram no início da semana. 


Até agora, o ministro das Finanças, Bruno Le Maire, era a autoridade mais alta do país a ser infectada pelo vírus. Depois de se recuperar, ele contou que passou por alguns momentos difíceis durante o tratamento. 

O diagnóstico de Macron ocorre no momento em que o país inicia o relaxamento do lockdown para conter a disseminação do coronavírus. Até o momento, a França acumula 2,4 milhões de casos da doença e quase 60 mil mortes. 



Noticia: dw.com

domingo, 22 de julho de 2018

Macron e os seus


Macron reconhece "disfunções" em caso envolvendo seu guarda-costas

Publicado em 22/07/2018 - 18:42

Por Agência EFE Paris




O presidente da França, Emmanuel Macron, reconheceu hoje (22) que houve "disfunções" no chamado caso Benalla, que envolve seu guarda-costas de confiança, cujas atuações considerou "inaceitáveis" e comprometeu-se a tratar com firmeza.

Macron fez essas considerações em uma reunião que teve hoje com um círculo muito reduzido de colaboradores, segundo informou o site do jornal Le Figaro.

O presidente francês ainda não se pronunciou em público depois que seu guarda-costas pessoal foi acusado de ter agredido manifestantes durante a dissolução de um protesto no último dia 1º de maio em Paris.

Macron reuniu no Palácio do Eliseu o primeiro-ministro, Edouard Philippe, o ministro do Interior, Gérarad Collomb, o porta-voz do governo, Benjamin Griveaux, e o líder do seu partido, Christophe Castaner, entre outros colaboradores mais próximos, para preparar sua resposta ao caso.

Segundo Le Figaro, o presidente francês reconheceu "disfunções no Eliseu", ao mesmo tempo em que qualificou a atuação de Benalla como "surpreendente e inaceitável". Nesse sentido, fará todo o possível para que não se instaure a ideia de que se atua com impunidade no caso de seu guarda-costas de confiança, contra quem já foi iniciado um trâmite de demissão.

Em qualquer caso, Benalla não teria podido seguir cumprindo suas funções porque a Justiça lhe indiciou e, embora tenha sido deixado em liberdade, impôs-lhe como medidas cautelares a proibição de exercer trabalhos de serviço público.

Ainda segundo Le Figaro, Macron afirmou que encarregará seu colaborador mais direto, o secretário-geral da presidência, Alexis Kholer, de uma reorganização das atribuições no Eliseu para que não se repita um caso similar.

Por fim, de acordo com a emissora France Info, Macron garantiu que falará em público sobre o caso "quando considerar útil" e, por enquanto, aguarda as conclusões das diferentes investigações abertas.

Edição: Wellton Máximo


sábado, 30 de junho de 2018

França na berlinda


Mbappé lidera vitória e França vai às quartas; Argentina é eliminada

Publicado em 30/06/2018 - 13:29

Por Marcelo Brandão - Repórter da Agência Brasil Brasília






Em um jogo digno de abrir as oitavas de final da Copa do Mundo, a França venceu hoje (30) a Argentina por 4 a 3 em Kazan, e avançou à próxima fase. Mbappé foi o nome do jogo, com dois gols e muita velocidade nos contra-ataques. O jovem jogador francês infernizou a defesa argentina, que tinha dificuldade de parar as investidas francesas. Com a derrota, a Argentina está eliminada. Chegou a ficar à frente do placar e lutou o jogo todo. Mas a superioridade francesa, mais equilibrada entre defesa e ataque, foi evidente.

Como aconteceu durante toda a primeira fase, os argentinos não tinham inspiração. Era uma reunião de ótimos jogadores, mas sem criatividade. Na base da raça e da vontade, os argentinos fizeram três gols e mostraram que tinham futebol para avançar na competição. Mas a defesa foi o ponto fraco. Não resistiu aos contra-ataques rápidos da França, sofreu quatro gols e poderia ter sofrido mais.

Messi não fez um bom jogo, embora tenha tido bons momentos durante a partida. Agora, ele volta para casa sem ter conseguido conquistar nenhum título com a camisa de sua seleção.

O jogo

A Argentina procurou tomar conta do jogo no início. Tocava mais a bola e dominava o meio de campo nos primeiros minutos. Mas quem assustou primeiro foi a França. Em contra-ataque rápido, Mbappé sofreu falta perto da área. Griezmann cobrou a falta que explodiu no travessão.

Depois disso, a França se animou. No contra-ataque seguinte, Mbappé recebeu a bola na defesa e saiu em velocidade, deixando todo o time argentino para trás e entrando na área. Restou a Rojo derrubar o francês e fazer o pênalti. Na cobrança, aos 12 minutos, Griezmann abriu o placar. França 1 a 0.

A Argentina continuava com sua proposta de tomar a iniciativa do jogo. Tinha mais a bola, trocava passes na intermediária do ataque, mas não ameaçava o gol de Lloris.

Aos 40 minutos do primeiro tempo, quando a Argentina não encontrava espaços para furar a defesa, Di María recebeu da intermediária e deu um belo chute, forte, no canto superior de Lloris. O goleiro se esticou todo, mas não chegou na bola. A torcida argentina, maioria no estádio, começou a cantar alto, como se o jogo fosse em Buenos Aires.

Segundo tempo

No início do segundo tempo, a Argentina virou o jogo. Após cobrança de falta, a bola sobrou para Messi, que bateu para o gol. A bola desviou em Mercado e enganou o goleiro Lloris. Na base da valentia, os argentinos estavam à frente no placar. Mas não durou muito.

O jogo era bom. Após sofrer o gol, a França foi para o ataque e empatou. Pavard recebeu a sobra de bola na entrada da área e pegou de primeira, no ângulo do goleiro Armani. A França chegava com facilidade na área argentina. Mbappé, o melhor jogador da partida, recebeu e, dentro da área, bateu forte para o gol. A bola passou por baixo do goleiro argentino e entrou. Os franceses assumiram a dianteira novamente. E, desta vez, para não perdê-la mais.

Aos 22 minutos do segundo tempo, Mbappé recebeu em velocidade já na entrada da área e bateu na saída de Armani. A França fazia 4 a 2, em um jogo emocionante. A Argentina se lançou ao ataque e dava espaços para a França contra-atacar, com armas perigosas como Mbappé, Pogba e Griezmann.

Aos 47 minutos, a Argentina chegou ao terceiro gol na base da insistência. Messi, em um dos seus lampejos de brilhantismo, cruzou a bola para a cabeça de Aguero, dentro da pequena área. O atacante cabeceou firme para o gol, vencendo Lloris pela última vez.

Após o gol, não houve tempo para mais nada. O juiz decretou o fim da linha para a Argentina nesta Copa do Mundo. A França segue para a próxima fase e aguarda o vencedor de Portugal e Uruguai, que jogam ainda hoje.

Saiba mais


Edição: Graça Adjuto